quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

QUANDO DEVO CHAMAR O SAMU OU OS BOMBEIROS



.Bombeiros X SAMU: Saiba quando acionar cada um


No momento da emergência, sempre surge aquela dúvida sobre qual órgão deve ser acionado para socorrer um acidentado. A prestação de primeiros socorros ou atendimento pré-hospitalar (APH), atualmente, é uma competência concorrente entre algumas instituições públicas, como os Corpos de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o conhecido SAMU, disciplinada pela Portaria 2048/2002 do Ministério da Saúde.

Primeiramente, é bom que se frise que, apesar da prestação de primeiro socorros ser realizada pelos dois órgãos, Bombeiros e SAMU não são a mesma coisa! Aí surge a questão, em que casos devem ser acionados cada órgão? Via de regra, considerem que as emergências envolvendo risco, além dos danos pessoais causados pelo próprio acidente, devem contar com  a presença dos bombeiros a fim de estabilizar as condições de insegurança. De uma forma geral, considere a tabela acima para saber quando acionar os Bombeiros (193) ou o SAMU (192).


Utilizando essa informação você irá poupar tempo, fator crucial em qualquer atendimento de emergência. Ajude a salvar vidas, divulgue!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

FÉRIAS DE VERÃO PODEM COLABORAR PARA GANHO DE PESO INFANTIL



Um artigo publicado no periódico The official journal of The Obesity Society com o objetivo de avaliar a importância relativa dos fatores de risco escolares e não-escolares na obesidade infantil, este estudo estimou se a prevalência de sobrepeso e obesidade cresce mais rapidamente durante o ano letivo ou durante as férias de verão, concluindo que a prevalência da obesidade infantil, nos EUA, cresce somente durante as férias de verão.
No Early Childhood Longitudinal Study, uma amostra nacionalmente representativa de 18.170 crianças americanas foi acompanhada desde o jardim de infância em 2010 até a segunda série em 2013. O peso e a altura das crianças foram medidos nas escolas em cada outono e em cada primavera. Um modelo de crescimento multinível foi utilizado para estimar o crescimento do índice de massa corporal (IMC) médio, a prevalência de sobrepeso e a prevalência de obesidade durante cada verão e a cada ano letivo.
Desde o jardim de infância até o segundo ano, a prevalência de obesidade aumentou de 8,9% para 11,5% e a prevalência de sobrepeso aumentou de 23,3% para 28,7%. Todo o aumento da prevalência ocorreu durante as duas férias de verão. Nenhum aumento ocorreu durante nenhum dos três anos escolares.
Concluiu-se que o risco de obesidade é maior quando as crianças estão fora da escola do que quando estão na escola.
Fonte: news.med.br

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

TORNIQUETE NEURAL PARA PREVENIR E PARAR O SANGRAMENTO EM QUALQUER PARTE DO CORPO


A medicina Bioeletrônica busca compreender e aproveitar os efeitos benéficos do sistema nervoso e circuitos neurais para diagnosticar, tratar e prevenir doenças, nesta linha uma empresa tem feito um esforço para mudar a maneira como o sangramento foi tratado na sala de cirurgia e no campo de batalha por mais de 150 anos, estão usando o Torniquete Neural, uma estimulação neural para prevenir ou parar hemorragias fatais.
O Torniquete Neural proporciona um sinal elétrico para o nervo vago, que viaja para o baço, resultando na estimulação das plaquetas sanguíneas. Pesquisadores do Instituto Feinstein de investigação médica, estão lançando um estudo clínico importante para mostrar ao mundo que a ideia, apesar de parecer estranha, pode funcionar muito bem, e pode salvar vidas.

Como funciona o Torniquete Neural

Esta tecnologia não é nada como os torniquetes típicos, que têm sido usado ​​nos dias atuais, um dispositivo dispara sinais elétricos para o nervo vago, que viaja para o baço, resultando na estimulação das plaquetas sanguíneas, sem nenhuma compressão.
Recebido o sinal, as plaquetas se preparam para formar coágulos nas feridas em qualquer parte do corpo.
Quando elas entram em contato com o tecido danificado, as plaquetas ativas iniciam a formação de coágulos mais rapidamente do que as plaquetas não ativadas.
Estudos iniciais demonstraram que o Torniquete Neural pode reduzir a perda de sangue devido a trauma em 50%, e na hemofilia em 70%, após um único tratamento durando apenas alguns minutos.

Em quais situações poderia ser usado esta tecnologia

A empresa que está implementando a tecnologia do Torniquete neural diz que ela poderia ser útil para a medicina no campo de batalha, em resposta de emergência, cirurgia e cuidados pós-parto.
A tecnologia ainda não foi totalmente apresentada, por motivos de patentes, mas parece algo promissor, sendo que pode ser aplicada, também como uma medida de proteção.
Pesquisadores Feinstein e Sanguistat, detentoras do projeto, em parceria com a fundação Bill Gates e outros colaboradores, estão lançando ensaios clínicos nos Estados Unidos e em regiões ao redor do mundo.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

SAIBA SE O DIABÉTICO PODE COMER AÇÚCAR MASCAVO OU DEMERARA. CONSUMIR TRÁS BENEFÍCIOS OU É PREJUDICIAL.

Pessoa com diabetes precisa ter atenção especial com a alimentação para conseguir manter sob controle os níveis de glicose, e o açúcar é um grande problema, apesar de ser muito bom para o paladar, não é bom para quem tem a doença, mas será que o açúcar mascavo ou o demerara, diabético pode comer sem se preocupar, consumir estes produtos tem benefícios ou usar eleva a glicose no sangue.
O açúcar que normalmente consumimos, conhecido como “de mesa”, sofre um forte processo de refinamento, porém, o açúcar conhecido como mascavo, e demerara, por não passarem pelo mesmo processo, conservam os sais minerais e vitaminas típicos da cana-de-açúcar. O diabético deve evitar o açúcar, mas será que o mascavo por não sofrer este processo de industrialização, estaria liberado livremente para ser usado por pessoas com esta doença? Infelizmente, não, veja qual o motivo.

Açúcar mascavo, demerara e o refinado, qual a diferença

Por não passar por um processo que visa deixar o produto branco, o açúcar mascavo e o demerara, não recebem a mesma carga de agentes químicos, com a finalidade de deixar o produto mais claro, agradável ao olhos, favorecendo a venda, ao evitar estas etapas, conserva vitaminas e sais minerais.
Em 100 gramas do açúcar Refinado, temos os seguintes nutrientes:
Calorias 387 cal, Carboidratos 99,9 g, Vitamina B1 0 mg, Vitamina B2 0,02 mg, Vitamina B6 0 mg, Cálcio 1 mg, Magnésio 0 mg, Cobre 0,04 mg, Fósforo 2mg, Potássio 2 mg.
Em 100 gramas do açúcar mascavo e demerara, temos os seguintes nutrientes:
Calorias 376 cal, Carboidratos 97,33 g, Vitamina B1 0,01 mg, Vitamina B2 0,01 mg, Vitamina B6 0,03 mg, Cálcio 85 mg, Magnésio 29 mg, Cobre 0,3 mg, Fósforo 22 mg, Potássio 346 mg.

Como o diabético deve proceder com relação ao uso do açúcar mascavo

Podemos ver que o valor calórico e concentração de carboidratos, é praticamente igual no refinado, mascavo e demerara, da mesma forma é absorvido, consequentemente os três devem aumentar os níveis de glicose praticamente na mesma proporção, pois não temos estudos que comprovam diferenças neste mecanismo.
Portanto, a pessoa com diabetes, deve evitar também o uso do açúcar mascavo e demerara, precisa ter os mesmos cuidados com os dois tipos de açúcar, e buscar sempre reduzir a carga ingerida, como já faz com o refinado. Entretanto, se não puder evitar, de preferência ao mascavo ou demerara.
Para pessoas que não sofrem de diabetes, pode ser interessante substituir o refinado pelo mascavo. Por exemplo, uma pessoa que tem deficiência de magnésio, cálcio e potássio, como é observado em várias doenças, é indicado o açúcar mascavo, pois ele tem muito mais magnésio, cálcio, potássio e fósforo que o refinado.
Alimentos que se apresentam como livre de açúcar, pouco ou sem adição de açúcar e dietético, pode ainda conter carboidratos. O açúcar é apenas um tipo de carboidrato que afeta os níveis de glicose no sangue. Para obter a quantidade total de carboidratos, veja a tabela de informações nutricionais em vez de confiar apenas no rótulo na parte da frente da caixa.
Fonte: plugbr.net

quarta-feira, 20 de julho de 2016

OBESIDADE PODE ELEVAR RISCOS DE PROBLEMAS NAS GENGIVAS, SUGERE ESTUDO



Estudo avaliou 539 brasileiros que fizeram exames periodontais.
Obesidade e sobrepeso elevaram em 22% e 11% o risco de periodontite.



Nem todos conseguem ter dentes naturalmente brancos (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)Estudo relaciona obesidade com periodontite (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)
Sobrepeso e obesidade podem elevar o risco de periodontite, segundo sugere um estudo apresentado em uma conferência da Associação Internacional de Pesquisa Dental (IADR) em junho. A periodontite é uma doença que começa com uma inflamação na gengiva e é caracterizada por danos no osso e nas fibras de sustentação dos dentes.
O estudo, coordenado pelo esquisador Marco Peres, da Universidade de Adelaide, na Austrália, avaliou 539 brasileiros de 31 anos de idade que passaram por exames periodontais em 2013.
A conclusão foi que ter sobrepeso elevou em 11% o risco de ter uma periodontite; ser obeso elevou esse risco em 22%. Já o risco de ter uma periodontite de moderada a severa foi 12% maior entre os participantes com sobrepeso e 27% maior entre os obesos.
Segundo o periodontista Giuseppe Alexandre Romito, o paciente obeso costuma ter uma resposta inflamatória exacerbada e, como a doença de gengiva é uma doneça inflamatória, a obesidade se torna um fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de problema.
Periodontite
A periodontite costuma acontecer na vida adulta, após os 30 anos, decorrente de uma gengivite não tratada ou mal curada.
Nessa doença, a placa bacteriana endurece e forma o cálculo gengival (tártaro), que afasta a gengiva dos dentes e cria uma bolsa periodontal. As bactérias entram pela gengiva e atingem o tecido ósseo dos dentes e as fibras de ligamento que os sustentam. Eles podem ficar moles e até cair.
Quando a periodontite avança, pode haver abscessos (pus) que levam à endocardite bacteriana, problema que faz com que as bactérias que estão na gengiva entrem na corrente sanguínea e se alojem nas válvulas do coração. Esses micro-organismos, então, limitam ou bloqueiam a passagem do sangue pelo coração.
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/07/obesidade-pode-elevar-riscos-de-problemas-na-gengiva-sugere-estudo.html

OBESIDADE PODE ELEVAR RISCOS DE PROBLEMAS NAS GENGIVAS, SUGERE ESTUDO



Estudo avaliou 539 brasileiros que fizeram exames periodontais.
Obesidade e sobrepeso elevaram em 22% e 11% o risco de periodontite.



Nem todos conseguem ter dentes naturalmente brancos (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)Estudo relaciona obesidade com periodontite (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)
Sobrepeso e obesidade podem elevar o risco de periodontite, segundo sugere um estudo apresentado em uma conferência da Associação Internacional de Pesquisa Dental (IADR) em junho. A periodontite é uma doença que começa com uma inflamação na gengiva e é caracterizada por danos no osso e nas fibras de sustentação dos dentes.
O estudo, coordenado pelo esquisador Marco Peres, da Universidade de Adelaide, na Austrália, avaliou 539 brasileiros de 31 anos de idade que passaram por exames periodontais em 2013.
A conclusão foi que ter sobrepeso elevou em 11% o risco de ter uma periodontite; ser obeso elevou esse risco em 22%. Já o risco de ter uma periodontite de moderada a severa foi 12% maior entre os participantes com sobrepeso e 27% maior entre os obesos.
Segundo o periodontista Giuseppe Alexandre Romito, o paciente obeso costuma ter uma resposta inflamatória exacerbada e, como a doença de gengiva é uma doneça inflamatória, a obesidade se torna um fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de problema.
Periodontite
A periodontite costuma acontecer na vida adulta, após os 30 anos, decorrente de uma gengivite não tratada ou mal curada.
Nessa doença, a placa bacteriana endurece e forma o cálculo gengival (tártaro), que afasta a gengiva dos dentes e cria uma bolsa periodontal. As bactérias entram pela gengiva e atingem o tecido ósseo dos dentes e as fibras de ligamento que os sustentam. Eles podem ficar moles e até cair.
Quando a periodontite avança, pode haver abscessos (pus) que levam à endocardite bacteriana, problema que faz com que as bactérias que estão na gengiva entrem na corrente sanguínea e se alojem nas válvulas do coração. Esses micro-organismos, então, limitam ou bloqueiam a passagem do sangue pelo coração.
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/07/obesidade-pode-elevar-riscos-de-problemas-na-gengiva-sugere-estudo.html

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

RADIOGRAFIA DENTÁRIA PARA IDENTIFICAÇÃO DE OSTEOPOROSE


26 de janeiro de 2007 (Bibliomed). A osteoporose é uma doença que costuma atingir indivíduos idosos, sobretudo as mulheres. Caracteriza-se pela redução da quantidade de minerais nos ossos, sobretudo o cálcio, o que os torna mais rarefeitos e fracos, conseqüentemente mais suscetíveis a fraturas.
A prevenção da doença deve ser feita desde a juventude, uma vez que a reserva de cálcio do organismo é consolidada até o final da segunda e início da terceira década de vida. Com o avançar da idade a capacidade do organismo em reter este mineral reduz-se drasticamente. Além da melhora da alimentação, a prática regular de atividade física também contribui para a prevenção da osteoporose.
A detecção da osteoporose é realizada por meio de um exame caro, denominado densitometria óssea. O tratamento da doença inclui o uso de medicamentos que visam aumentar a força e resistências ósseas, através da maior captação de cálcio por estes ossos.
Um grupo de pesquisadores europeus publicou um estudo na revista Boné, em Janeiro de 2007, com o objetivo de avaliar a eficácia da radiografia dentária na identificação dos sinais iniciais da osteoporose, a fim de melhor definir os pacientes que devem ser submetidos a densitometria óssea. Participaram do trabalho 653 mulheres, com idades entre 45 e 70 anos.
Pela avaliação da radiografia dentária das participantes do estudo, notou-se que a maioria das mulheres com suspeita de osteoporose, teve sua doença confirmada pela densitometria óssea. Porém, um número considerável de mulheres consideradas como não portadoras da doença, apresentou diagnóstico da osteoporose após avaliação pela densitometria.
Quando se avaliaram os achados da radiografia dentária, associados a um questionário específico, que aborda os principais fatores de risco para a osteoporose, houve uma melhora da acurácia na identificação da doença.
Dessa forma, tal abordagem diagnóstica conjunta, pode ser um instrumento útil na seleção das mulheres, que devem ser submetidas a densitometria óssea. Assim, é possível identificar a doença nas fases iniciais, o que permite tratamento adequado e melhor qualidade de vida futura.
Fonte: Bone, 40 (1): 223 – 229 (January 2007).