segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

SINTOMAS DA HIPERTENSÃO ARTERIAL


Resultado de imagem para hipertensão arterial



O que é a pressão arterial?

pressão arterial, ou pressão sanguínea, é a pressão que o sangue exerce contra as paredes das artérias. Ela depende da força que a sístole e a diástole do coração exercem sobre o fluxo sanguíneo e das resistências que se opõem a ele, representadas sobretudo pela rede arterial. A pressão arterial varia ritmicamente, desde uma pressão máxima, que ocorre quando o coração se contrai, dita também pressão sistólica, até uma pressão mínima, que ocorre quando ele se dilata, chamada pressão diastólica.
Outros fatores influenciam os valores da pressão arterial, como o volume de sangue circulante e a capacidade das artérias de dilatarem ou contraírem. Deve-se levar em conta, ainda, que em vista dessa mecânica o sistema circulatórioaumenta e diminui alternativamente sua capacidade de conter o volume de sangue, o que faz variar a pressão sobre as paredes das artérias.

Como interpretar os valores da pressão arterial?

pressão arterial pode elevar-se além dos limites normais ou cair abaixo deles em razão de variações do volume de sangue circulante, do estado de contratilidade das artérias ou de doenças que afetam o coração. Ela também pode variar por razões fisiológicas, como o estado emocional, o exercício, a dor, o frio e o calor, por exemplo.
Idealmente, a pressão máxima medida pelo “aparelho de pressão” (esfigmomanômetro) deve ser de 120 mmHg e a pressão mínima deve corresponder a 80 mmHg (12 por 8). Esses valores são médias ideais, mas medidas até 140/90 mmHg podem ser consideradas normais.
As artérias são programadas para trabalhar dentro desses valores e quando submetidas por longo período de tempo a níveis mais elevados, começam a sofrer graves lesões. A pressão arterial excessiva também aumenta o trabalho do coração, que precisa bombear o sangue contra uma resistência maior e ele, então, começa a dilatar, podendo levar à insuficiência cardíaca.
pressão arterial normal é aquela na qual as artérias não ficam submetidas a uma força estressante e o coração não fica sobrecarregado.
Outros valores podem ser classificados assim:
  • Hipotensãopressão sistólica abaixo de 120 mmHg e pressão diastólica abaixo de 80 mmHg.
  • Pré-hipertensãopressão sistólica entre 120 e 139 mmHg ou pressão diastólica entre 80 e 89 mmHg.
  • Hipertensão estágio 1: pressão sistólica entre 140 e 159 mmHg ou pressão diastólica entre 90 e 99 mmHg.
  • Hipertensão estágio 2: pressão sistólica acima de 160 mmHg ou pressão diastólica acima de 100 mmHg.
  • Crise hipertensivapressão sistólica acima de 180 mmHg ou pressão diastólica acima de 110 mmHg.
Nas crianças, a definição dos valores da pressão arterial é mais complexa, pois depende do percentil em que eles se encontram. Existem tabelas com os valores de pressão arterial aceitáveis de acordo com percentil de idade, sexo e altura da criança.

Qual é o mecanismo fisiológico da hipertensão arterial?

pressão arterial é levemente maior que a pressão atmosférica e é isso que faz com que os vasos sanguíneos não colapsem. Na maioria das vezes, a pressão arterial sobe devido a um estreitamento da luz arterial, seja pela ação vasoconstritora de medicamentos ou substâncias químicas, seja pela deposição de placas ateromatosas no interior das artérias ou por diminuição da sua contratilidade. Em alguns casos, o aumento do líquido circulante, como nos casos da retenção pelo sal, por exemplo, faz aumentar a pressão arterial. Muitas vezes, a hipertensão arterial também se deve a causas hereditárias.

Quais são os sintomas da hipertensão arterial?

hipertensão arterial (pressão alta) permanece assintomática até fases muito avançadas e mesmo nestas fases não existe um sintoma típico que possa servir de alarme. Não existe nenhuma maneira de detectar uma pressão arterialelevada a não ser medindo-a através de um “aparelho de pressão”.
As pessoas adultas sadias devem medir sua pressão arterial pelo menos uma vez a cada um ou dois anos, mas se for obesa, fumante, diabética ou se tiver história familiar de hipertensão, deve medi-la pelo menos duas vezes por ano. As pessoas hipertensas devem medir a pressão arterial pelo menos uma vez por semana para saber se ela está controlada ou não.
Os primeiros sintomas e sinais de uma pressão arterial elevada podem variar desde uma simples fadiga ou dor de cabeça até ocorrências graves, como um acidente vascular cerebralinfarto do miocárdio ou dilatação do coração, etc. Tais sintomas e complicações são mais comuns naqueles casos em que a pressão arterial é permanentemente alta, mas ela pode apresentar apenas aumentos transitórios, induzidos por medicação ou por picos hipertensivos leves ou graves, assintomáticos ou não, partindo de uma pressão normal ou já elevada, sem maiores consequências ou com efeitos muito significativos.
Alguns sintomas habitualmente não levados em conta, mas que podem ser devidos à hipertensão arterial são: dificuldade em adormecer e dormir durante toda a noite, sono agitado, irritabilidade, inquietação, zumbidos nos ouvidostonturas, flutuações de humor, disfunção erétil, falta de ar, dor ou aperto no peito e arritmias cardíacas.
Fonte: http://www.abc.med.br/

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

QUANDO DEVO CHAMAR O SAMU OU OS BOMBEIROS



.Bombeiros X SAMU: Saiba quando acionar cada um


No momento da emergência, sempre surge aquela dúvida sobre qual órgão deve ser acionado para socorrer um acidentado. A prestação de primeiros socorros ou atendimento pré-hospitalar (APH), atualmente, é uma competência concorrente entre algumas instituições públicas, como os Corpos de Bombeiros e o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o conhecido SAMU, disciplinada pela Portaria 2048/2002 do Ministério da Saúde.

Primeiramente, é bom que se frise que, apesar da prestação de primeiro socorros ser realizada pelos dois órgãos, Bombeiros e SAMU não são a mesma coisa! Aí surge a questão, em que casos devem ser acionados cada órgão? Via de regra, considerem que as emergências envolvendo risco, além dos danos pessoais causados pelo próprio acidente, devem contar com  a presença dos bombeiros a fim de estabilizar as condições de insegurança. De uma forma geral, considere a tabela acima para saber quando acionar os Bombeiros (193) ou o SAMU (192).


Utilizando essa informação você irá poupar tempo, fator crucial em qualquer atendimento de emergência. Ajude a salvar vidas, divulgue!

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

FÉRIAS DE VERÃO PODEM COLABORAR PARA GANHO DE PESO INFANTIL



Um artigo publicado no periódico The official journal of The Obesity Society com o objetivo de avaliar a importância relativa dos fatores de risco escolares e não-escolares na obesidade infantil, este estudo estimou se a prevalência de sobrepeso e obesidade cresce mais rapidamente durante o ano letivo ou durante as férias de verão, concluindo que a prevalência da obesidade infantil, nos EUA, cresce somente durante as férias de verão.
No Early Childhood Longitudinal Study, uma amostra nacionalmente representativa de 18.170 crianças americanas foi acompanhada desde o jardim de infância em 2010 até a segunda série em 2013. O peso e a altura das crianças foram medidos nas escolas em cada outono e em cada primavera. Um modelo de crescimento multinível foi utilizado para estimar o crescimento do índice de massa corporal (IMC) médio, a prevalência de sobrepeso e a prevalência de obesidade durante cada verão e a cada ano letivo.
Desde o jardim de infância até o segundo ano, a prevalência de obesidade aumentou de 8,9% para 11,5% e a prevalência de sobrepeso aumentou de 23,3% para 28,7%. Todo o aumento da prevalência ocorreu durante as duas férias de verão. Nenhum aumento ocorreu durante nenhum dos três anos escolares.
Concluiu-se que o risco de obesidade é maior quando as crianças estão fora da escola do que quando estão na escola.
Fonte: news.med.br

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

TORNIQUETE NEURAL PARA PREVENIR E PARAR O SANGRAMENTO EM QUALQUER PARTE DO CORPO


A medicina Bioeletrônica busca compreender e aproveitar os efeitos benéficos do sistema nervoso e circuitos neurais para diagnosticar, tratar e prevenir doenças, nesta linha uma empresa tem feito um esforço para mudar a maneira como o sangramento foi tratado na sala de cirurgia e no campo de batalha por mais de 150 anos, estão usando o Torniquete Neural, uma estimulação neural para prevenir ou parar hemorragias fatais.
O Torniquete Neural proporciona um sinal elétrico para o nervo vago, que viaja para o baço, resultando na estimulação das plaquetas sanguíneas. Pesquisadores do Instituto Feinstein de investigação médica, estão lançando um estudo clínico importante para mostrar ao mundo que a ideia, apesar de parecer estranha, pode funcionar muito bem, e pode salvar vidas.

Como funciona o Torniquete Neural

Esta tecnologia não é nada como os torniquetes típicos, que têm sido usado ​​nos dias atuais, um dispositivo dispara sinais elétricos para o nervo vago, que viaja para o baço, resultando na estimulação das plaquetas sanguíneas, sem nenhuma compressão.
Recebido o sinal, as plaquetas se preparam para formar coágulos nas feridas em qualquer parte do corpo.
Quando elas entram em contato com o tecido danificado, as plaquetas ativas iniciam a formação de coágulos mais rapidamente do que as plaquetas não ativadas.
Estudos iniciais demonstraram que o Torniquete Neural pode reduzir a perda de sangue devido a trauma em 50%, e na hemofilia em 70%, após um único tratamento durando apenas alguns minutos.

Em quais situações poderia ser usado esta tecnologia

A empresa que está implementando a tecnologia do Torniquete neural diz que ela poderia ser útil para a medicina no campo de batalha, em resposta de emergência, cirurgia e cuidados pós-parto.
A tecnologia ainda não foi totalmente apresentada, por motivos de patentes, mas parece algo promissor, sendo que pode ser aplicada, também como uma medida de proteção.
Pesquisadores Feinstein e Sanguistat, detentoras do projeto, em parceria com a fundação Bill Gates e outros colaboradores, estão lançando ensaios clínicos nos Estados Unidos e em regiões ao redor do mundo.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

SAIBA SE O DIABÉTICO PODE COMER AÇÚCAR MASCAVO OU DEMERARA. CONSUMIR TRÁS BENEFÍCIOS OU É PREJUDICIAL.

Pessoa com diabetes precisa ter atenção especial com a alimentação para conseguir manter sob controle os níveis de glicose, e o açúcar é um grande problema, apesar de ser muito bom para o paladar, não é bom para quem tem a doença, mas será que o açúcar mascavo ou o demerara, diabético pode comer sem se preocupar, consumir estes produtos tem benefícios ou usar eleva a glicose no sangue.
O açúcar que normalmente consumimos, conhecido como “de mesa”, sofre um forte processo de refinamento, porém, o açúcar conhecido como mascavo, e demerara, por não passarem pelo mesmo processo, conservam os sais minerais e vitaminas típicos da cana-de-açúcar. O diabético deve evitar o açúcar, mas será que o mascavo por não sofrer este processo de industrialização, estaria liberado livremente para ser usado por pessoas com esta doença? Infelizmente, não, veja qual o motivo.

Açúcar mascavo, demerara e o refinado, qual a diferença

Por não passar por um processo que visa deixar o produto branco, o açúcar mascavo e o demerara, não recebem a mesma carga de agentes químicos, com a finalidade de deixar o produto mais claro, agradável ao olhos, favorecendo a venda, ao evitar estas etapas, conserva vitaminas e sais minerais.
Em 100 gramas do açúcar Refinado, temos os seguintes nutrientes:
Calorias 387 cal, Carboidratos 99,9 g, Vitamina B1 0 mg, Vitamina B2 0,02 mg, Vitamina B6 0 mg, Cálcio 1 mg, Magnésio 0 mg, Cobre 0,04 mg, Fósforo 2mg, Potássio 2 mg.
Em 100 gramas do açúcar mascavo e demerara, temos os seguintes nutrientes:
Calorias 376 cal, Carboidratos 97,33 g, Vitamina B1 0,01 mg, Vitamina B2 0,01 mg, Vitamina B6 0,03 mg, Cálcio 85 mg, Magnésio 29 mg, Cobre 0,3 mg, Fósforo 22 mg, Potássio 346 mg.

Como o diabético deve proceder com relação ao uso do açúcar mascavo

Podemos ver que o valor calórico e concentração de carboidratos, é praticamente igual no refinado, mascavo e demerara, da mesma forma é absorvido, consequentemente os três devem aumentar os níveis de glicose praticamente na mesma proporção, pois não temos estudos que comprovam diferenças neste mecanismo.
Portanto, a pessoa com diabetes, deve evitar também o uso do açúcar mascavo e demerara, precisa ter os mesmos cuidados com os dois tipos de açúcar, e buscar sempre reduzir a carga ingerida, como já faz com o refinado. Entretanto, se não puder evitar, de preferência ao mascavo ou demerara.
Para pessoas que não sofrem de diabetes, pode ser interessante substituir o refinado pelo mascavo. Por exemplo, uma pessoa que tem deficiência de magnésio, cálcio e potássio, como é observado em várias doenças, é indicado o açúcar mascavo, pois ele tem muito mais magnésio, cálcio, potássio e fósforo que o refinado.
Alimentos que se apresentam como livre de açúcar, pouco ou sem adição de açúcar e dietético, pode ainda conter carboidratos. O açúcar é apenas um tipo de carboidrato que afeta os níveis de glicose no sangue. Para obter a quantidade total de carboidratos, veja a tabela de informações nutricionais em vez de confiar apenas no rótulo na parte da frente da caixa.
Fonte: plugbr.net

quarta-feira, 20 de julho de 2016

OBESIDADE PODE ELEVAR RISCOS DE PROBLEMAS NAS GENGIVAS, SUGERE ESTUDO



Estudo avaliou 539 brasileiros que fizeram exames periodontais.
Obesidade e sobrepeso elevaram em 22% e 11% o risco de periodontite.



Nem todos conseguem ter dentes naturalmente brancos (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)Estudo relaciona obesidade com periodontite (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)
Sobrepeso e obesidade podem elevar o risco de periodontite, segundo sugere um estudo apresentado em uma conferência da Associação Internacional de Pesquisa Dental (IADR) em junho. A periodontite é uma doença que começa com uma inflamação na gengiva e é caracterizada por danos no osso e nas fibras de sustentação dos dentes.
O estudo, coordenado pelo esquisador Marco Peres, da Universidade de Adelaide, na Austrália, avaliou 539 brasileiros de 31 anos de idade que passaram por exames periodontais em 2013.
A conclusão foi que ter sobrepeso elevou em 11% o risco de ter uma periodontite; ser obeso elevou esse risco em 22%. Já o risco de ter uma periodontite de moderada a severa foi 12% maior entre os participantes com sobrepeso e 27% maior entre os obesos.
Segundo o periodontista Giuseppe Alexandre Romito, o paciente obeso costuma ter uma resposta inflamatória exacerbada e, como a doença de gengiva é uma doneça inflamatória, a obesidade se torna um fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de problema.
Periodontite
A periodontite costuma acontecer na vida adulta, após os 30 anos, decorrente de uma gengivite não tratada ou mal curada.
Nessa doença, a placa bacteriana endurece e forma o cálculo gengival (tártaro), que afasta a gengiva dos dentes e cria uma bolsa periodontal. As bactérias entram pela gengiva e atingem o tecido ósseo dos dentes e as fibras de ligamento que os sustentam. Eles podem ficar moles e até cair.
Quando a periodontite avança, pode haver abscessos (pus) que levam à endocardite bacteriana, problema que faz com que as bactérias que estão na gengiva entrem na corrente sanguínea e se alojem nas válvulas do coração. Esses micro-organismos, então, limitam ou bloqueiam a passagem do sangue pelo coração.
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/07/obesidade-pode-elevar-riscos-de-problemas-na-gengiva-sugere-estudo.html

OBESIDADE PODE ELEVAR RISCOS DE PROBLEMAS NAS GENGIVAS, SUGERE ESTUDO



Estudo avaliou 539 brasileiros que fizeram exames periodontais.
Obesidade e sobrepeso elevaram em 22% e 11% o risco de periodontite.



Nem todos conseguem ter dentes naturalmente brancos (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)Estudo relaciona obesidade com periodontite (Foto: Freeimages/Julia Freeman-Woolpert)
Sobrepeso e obesidade podem elevar o risco de periodontite, segundo sugere um estudo apresentado em uma conferência da Associação Internacional de Pesquisa Dental (IADR) em junho. A periodontite é uma doença que começa com uma inflamação na gengiva e é caracterizada por danos no osso e nas fibras de sustentação dos dentes.
O estudo, coordenado pelo esquisador Marco Peres, da Universidade de Adelaide, na Austrália, avaliou 539 brasileiros de 31 anos de idade que passaram por exames periodontais em 2013.
A conclusão foi que ter sobrepeso elevou em 11% o risco de ter uma periodontite; ser obeso elevou esse risco em 22%. Já o risco de ter uma periodontite de moderada a severa foi 12% maior entre os participantes com sobrepeso e 27% maior entre os obesos.
Segundo o periodontista Giuseppe Alexandre Romito, o paciente obeso costuma ter uma resposta inflamatória exacerbada e, como a doença de gengiva é uma doneça inflamatória, a obesidade se torna um fator de risco para o desenvolvimento desse tipo de problema.
Periodontite
A periodontite costuma acontecer na vida adulta, após os 30 anos, decorrente de uma gengivite não tratada ou mal curada.
Nessa doença, a placa bacteriana endurece e forma o cálculo gengival (tártaro), que afasta a gengiva dos dentes e cria uma bolsa periodontal. As bactérias entram pela gengiva e atingem o tecido ósseo dos dentes e as fibras de ligamento que os sustentam. Eles podem ficar moles e até cair.
Quando a periodontite avança, pode haver abscessos (pus) que levam à endocardite bacteriana, problema que faz com que as bactérias que estão na gengiva entrem na corrente sanguínea e se alojem nas válvulas do coração. Esses micro-organismos, então, limitam ou bloqueiam a passagem do sangue pelo coração.
Fonte: http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2016/07/obesidade-pode-elevar-riscos-de-problemas-na-gengiva-sugere-estudo.html